RITALINA, a cocaina legalizada.



Ritalina
“Na ausência de novos estudos sobre os efeitos da Ritalina, estamos realizando esses experimentos em nossos próprios filhos”
Dr. Leckman

 Fatos sobre a Ritalina

  • Geralmente a Ritalina e a anfetamina causam os mesmos problemas que deveriam tratar – falta de atenção, hiperatividade e comportamento impulsivo.
  • Muitas crianças se tornam robôs, ficam letárgicas, deprimidas e introvertidas quando estão tomando Ritalina.
  • A Ritalina pode retardar o crescimento da criança ao romper os ciclos dos hormônios de crescimento liberados pela glândula pituitária.
     
  • A Ritalina geralmente causa graves distúrbios no cérebro da criança. Pesquisas científicas mostraram que a Ritalina pode causar atrofia ou outras anomalias físicas permanentes no cérebro.
  • Quando a criança para de tomar a Ritalina, pode ocorrer sofrimento emocional, incluindo depressão, esgotamento e até suicídio. Qualquer um desses sintomas emocionais pode levar ao aumento errôneo da medicação para a criança.
  • A Ritalina cria dependência e pode levar a outras dependências. É uma droga muito usada entre crianças e adultos.
  • A Ritalina reprime as atividades criativas, espontâneas e independentes na criança — fazendo com que ela se torne mais dócil e obediente, mais disposta a realizar tarefas rotineiras e maçantes, tais como atividades em classe e deveres de casa.
  • Para mais informações: Hyperactive Children's Support Group, www.hacsg.org.uk e The Food Commission (UK), www.foodcomm.org.uk
     
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A Ritalina age no cérebro como cocaína



Utilizando técnicas sofisticadas para estudar o cérebro humano, pesquisadores norte-americanos concluíram que a Ritalina (cloridrato de metilfenidato), tomada por milhões de crianças no mundo inteiro, produz o mesmo efeito sobre o cérebro que a cocaína.

Os estudos também mostraram que as crianças hiperativas que tomam Ritalina são mais propensas a se tornarem tóxico-dependentes do que aquelas que não tomam o medicamento. A Ritalina também pode alterar todo o perfil biodinâmico dos usuários e causar o mesmo efeito devastador que o uso prolongado de cocaína.

Fonte: Journal of Neuroscience, 2001, 21: RC121
O que é e para que serve ?
A ritalina é o metilfenidato, um estimulante do grupo dos anfetamínicos. Suas principais indicações são para o tratamento do défict de atenção com hiperatividade em crianças e depressão no idoso. Existe muito preconceito contra essa medicação, mesmo por parte de médicos. Apesar das substâncias desse grupo serem muitas vezes usadas de forma ilegal por proporcionarem estados alterados de consciência. Sua eficácia e segurança médicas quando são usadas corretamente, estão mais do que comprovadas.
Como é usado ?
A dose usada em crianças a partir de seis anos varia entre 2,5 a 5mg por dia inicialmente, que pode ser elevada ao máximo de 60mg por dia. A dose, de acordo com o peso da criança, é de 2mg / Kg de peso. As doses devem ser dadas preferencialmente pela manhã e na hora do almoço, para não prejudicar o sono. Esta medicação é retirada rapidamente de circulação pelo fígado.
 
Quando a finalidade é melhorar o desempenho acadêmico não haverá necessidade de tomar a medicação nos fins de semana e nas férias. Apesar dessa medicação induzir a dependência nos usuários sem transtorno de hiperatividade, os estudos nessa área mostram que dificilmente uma criança que tenha feito uso prolongado se tornará dependente. Isto é um dado constatado.
Os idosos que não toleram os efeitos colaterais dos antidepressivos podem se beneficiar da ritalina. Estudo feito com esta população, mostrou ser uma medicação eficaz com risco de dependência praticamente zero.
Considerações importantes
Não deve ser usado em pacientes em uso de tranilcipromina ou equivalente, em pacientes com arritmias cardíacas, com a síndrome de Tourette, em pacientes psicóticos, com distúrbios de movimentos e com problemas na produção de células sanguíneas. É preferível evitar durante o primeiro trimestre da gestação, apesar de nunca ter sido comunicado efeito deletério no feto.
RITALINA é um estimulante do sistema nervoso central. Seu mecanismo de ação no homem ainda não foi completamente elucidado, mas presumivelmente ele exerce seu efeito estimulante ativando o sistema de excitação do tronco cerebral e o córtex. O mecanismo pelo qual ele produz seus efeitos psíquicos e comportamentais em crianças não está claramente estabelecido, nem há evidência conclusiva que demonstre como esses efeitos se relacionam com a condição dosistema nervoso2 central.
Contra-indicações - RITALINA
Ansiedade, tensão, agitação, hipertireodismo, arritmia cardíaca, angina do peito grave e glaucoma. Hipersensibilidade ao metilfenidato. Também é contra-indicado a pacientes com tiques motores, com parentes com tiques e história familiar ou diagnóstico de síndrome de Tourette.
Advertências - RITALINA
RITALINA não deve ser utilizado em crianças com menos de seis anos de idade, uma vez que a segurança e a eficácia nesse grupo etário não foram estabelecidas.
RITALINA não deve ser utilizado para tratamento de depressão grave de origem exógena ou endógena. A experiência clínica sugere que a administração de RITALINA a crianças psicóticas pode exacerbar os sintomas comportamentais e as alterações de pensamento. O abuso de RITALINA pode conduzir à tolerância acentuada e dependência psíquica com graus variados de comportamento anormal. Episódios psicóticos podem ocorrer, especialmente em resposta ao abuso por via parenteral. Os dados clínicos disponíveis indicam que o tratamento com RITALINA durante a infância não aumenta a probabilidade de dependência.
OS EFEITOS NOCIVOS DA PRESCRIÇÃO DE ESTIMULANTES
Esta substância parecida com a anfetamina causa o mesmo tipo de efeitos no corpo que outras formas de drogas:perda de apetite, insónia, aumento do ritmo cardíaco. O consumo desta droga em grandes doses, especialmente através da injeção ou ao “cheirá–la”, cria inclusive uma tensão maior sobre o corpo. O stress sobre o coração pode ser fatal.
A injeção de Ritalina tem um horrível efeito adicional sobre o corpo. Enquanto o componente químico, metilfenidato, se dissolve completamente na água, os comprimidos também têm partículas minúsculas de enchimento insolúveis. Estes materiais sólidos bloqueiam os pequenos vasos sanguíneos quando injetados dentro da corrente sanguínea, causando sérios danos nos pulmões e olhos.
Independentemente do impacto físico, há também as condições emocionais severas causadas pelo consumo desta droga mesmo em curtos períodos. Alucinações e comportamento psicótico não são incomuns.
Um pesquisador no Texas descobriu que o uso de Ritalina poderia estar relacionado com um maior risco de câncer. Este estudo descobriu que após somente três meses, cada uma das doze crianças tratadas com metilfenidato, experimentaram anormalidades genéticas associadas com um risco aumentado de câncer.
EFEITOS A CURTO PRAZO
 
  • Perda de apetite
  • Aumento do batimento cardíaco, pressão sanguínea e temperatura corporal
  • Dilatação das Pupilas
  • Perturbação de sono e sono alterado
  • Náusea
  • Comportamento bizarro, errático, às vezes violento
  • Alucinações, hiperexcitabilidade, irritabilidade
  • Pânico e psicoses
  • Doses excessivas podem conduzir a convulsões, espasmos e morte
EFEITOS A LONGO PRAZO
  • Danos irreversíveis dos vasos sanguíneos coronários e cerebrais, elevada pressão sanguínea, conduzindo a ataques cardíacos, derrames cerebrais e morte
  • Danos no fígado, renais e pulmonares
  • Destruição dos tecidos nasais se “cheirada”
  • Problemas respiratórios se fumada
  • Doenças infecciosas e abscesso se injetada
  • Má nutrição, perda de peso
  • Desorientação, apatia, cansaço excessivo e confuso
  • Forte dependência psicológica
  • Psicose
  • Depressão
  • Danos cerebrais incluindo tromboses e possivelmente epilepsia.
Você já teve contato, já usou ou já ouviu falar das drogas dos concurseiros?
Muito bem, ao que tudo indica, vem ganhando força a ideia do uso de drogas cognitivas no universo da preparação para concursos públicos. Trata-se de um recurso perigoso e ilusório.
Alguns candidatos têm recorrido a substâncias químicas com a intenção de otimizar o processo de estudos. Geralmente estas correspondem ao metilfenidato, mais conhecido como ritalina, e o modafinil. A intenção seria melhorar as funções cognitivas primárias, tais como a atenção e a concentração.
Antes de mais nada, vale lembrar que o referido recurso se trata de uma droga. Segundo o dicionário de Michaelis, droga seria a “designação comum a todas as substâncias ou ingredientes aplicados em tinturaria, química ou farmácia”.
 
Infelizmente, a postura de adoção indiscriminada do aludido recurso atinge não apenas o mundo da preparação para concursos públicos, mas também já vem, há algum tempo, afetando o universo da educação infantil. Não é incomum que profissionais da saúde ou da educação, diante de problemas de aprendizagem por parte de crianças – principalmente o TDAH (Transtorno do
Déficit de Atenção e Hiperatividade), recomendem de imediato o uso da ritalina, sem a tentativa de outros meios ou estratégias de superação da mencionada dificuldade. E há algum consenso no sentido de que diagnósticos são realizados sem os necessários e devidos cuidados.
 
Há uma aumento no número de pessoas que fazem uso de medicamento restritos de maneira indevida para "turbinar" o funcionamento do cérebro, isso ocorre quando as pessoas acabam lançando mão de qualquer coisa para conseguirem seus objetivos. Inclusive de remédios cujo esforço num primeiro momento parece ser mínimo.
Por exemplo a Ritalina (Metilfenidato) que é um medicamento ajuda a aumentar os níveis de concentração. A quantidade de pessoas sem problemas neurológicos ou psiquiátricos que procuram a droga para "turbinar" o cérebro é impressionante, principalmente aqueles que estão sob pressão, comoestudantes universitários. Porém não há uma comprovação científica de que a ritalina realmente traga benefícios para quem não tem déficit de atenção. Eles alertam que usar esse remédio, que é controlado, para uma doença que não existe pode provocar atéalucinações. A ritalina como toda medicação “tarja preta”, está incluída dentro do conjunto de medicações fortes, que podem sim, ter efeitos colaterais graves; Seu uso indiscriminado e desnecessário tem de ser pensado pois como uma medicação forte, ela tem de ser usada sob indicação
A realidade do universitário no que tange ter que estudar um volume maior de matéria e conseguir assimilar muito conteúdo em pouco tempo, pressionado em relação a provas, datas de provas, e a situação torna a via mais aceita recorrer a esse tipo de medicamento, ou seja, torna as drogas estimulantes um saída rápida, porém seu efeitos benéfico, se há, são efêmeros e podem trazer efeitos colaterais preocupantes, como no caso da ritalina que pode causar insônia, diminuir o apetite, alucinações, taquicardia e variações bruscas de humor, podendo levar o indivíduo à dependência de remédios para dormir e levar também à dependência física e psíquica
Entender que organizar os estudos, levar a coisa a sério, ou mesmo o risco assumido ao se submeter tomando medicações controladas sem indicação médica, é com certeza o primeiro passo para não começar, ou se começou, repensar nos possíveis prejuízos que a dependência de drogas, legais ou ilegais, podem causar, pois o ser humano tem limites, e não pode extrapolar esses limites sem pagar um preço alto.
 
COCAÍNA DOS POBRES
 
A Ritalina é fácil de se conseguir e é barata. Conseguidos de alguém que tenha uma prescrição, roubados de um irmão ou obtidos com prescrição fraudulenta, esses comprimidos são então largamente vendidos. O preço anda à volta de 1 ou 2 dólares na escola até 20 dólares por comprimido no mercado negro.
A comparação da Ritalina com a cocaína não é apenas um slogan. A Ritalina é quimicamente similar à cocaína. Quando injetada, manda aquele “golpe” pelo qual os dependentes imploram tanto.
 
Em 2000, a Drug Enforcement Administration (DEA) revelou os resultados dos estudos em animais e em humanos que receberam cocaína e Ritalina. O teste não consegue mostrar a diferença. A DEA concluiu que “Eles produzem efeitos que são quase idênticos.”
O âmbito do consumo da Ritalina
O abuso de drogas prescritas tal como a Ritalina está a aumentar.
Por volta de 2006, quase 7 milhões de americanos abusaram de drogas prescritas, incluindo Ritalina — um número maior do que o número daqueles que abusaram de cocaína, heroína, alucinogénios, Ecstasy e inalantes, combinados. Esses 7 milhões foram apenas 3,8 milhões em 2000 — um aumento de 80% em apenas seis anos.
Em 2007, 3,8% de estudantes do 12.º ano relataram ter consumido Ritalina sem prescrição médica pelo menos uma vez no ano anterior.
Um fator importante que contribui para o abuso é o grande aumento no número de prescrições de Ritalina e outros estimulantes.
Nos EUA, o número de prescrições de estimulantes subiu de aproximadamente 5 milhões em 1991 para quase 35 milhões em 2007.
Em 2004, o metilfenidato (Ritalina) esteve envolvido em aproximadamente 3601 visitas à sala de emergência do hospital, comparado com os 271 em 1990.
De 1990 a 2000, 186 mortes nos EUA estavam ligadas à Ritalina. O risco é o mais alto para aqueles que aspiram grandes quantidades da droga.
Desde 1995 que tem estado incluída na lista dos medicamentos “mais roubados” de Drug Enforcement Administration.
 
 
OS EFEITOS NOCIVOS DA PRESCRIÇÃO DE ESTIMULANTES
Esta substância parecida com a anfetamina causa o mesmo tipo de efeitos no corpo que outras formas de drogas: perda de apetite, insônia, aumento do ritmo cardíaco. O consumo desta droga em grandes doses, especialmente através da injeção ou ao “cheirá–la”, cria inclusive uma tensão maior sobre o corpo. O stress sobre o coração pode ser fatal.
Veja o caso de um adolescente, um consumidor habitual de Ritalina, que um dia sofreu um colapso enquanto andava de skate. Morte de ataque cardíaco.
 
A injeção de Ritalina tem um horrível efeito adicional sobre o corpo. Enquanto o componente químico, metilfenidato, se dissolve completamente na água, os comprimidos também têm partículas minúsculas de enchimento insolúveis. Estes materiais sólidos bloqueiam os pequenos vasos sanguíneos quando ejetados dentro da corrente sanguínea, causando sérios danos nos pulmões e olhos.
Independentemente do impacto físico, há também as condições emocionais severas causadas pelo consumo desta droga mesmo em curtos períodos. Alucinações e comportamento psicótico não são incomuns.
Um pesquisador no Texas descobriu que o uso de Ritalina poderia estar relacionado com um maior risco de cancro. Este estudo descobriu que após somente três meses, cada uma das doze crianças tratadas com metilfenidato, experimentaram anormalidades genéticas
 
A RITALINA LEVA A OUTRAS DROGAS
 
Um estudo apoiado pelo National Institute on Drug Abuse descobriu que os consumidores de Ritalina e drogas similares “exibiam a maior percentagem de consumo de cocaína."
 
Devido ao aumento da tolerância, o consumo de Ritalina pode levar a consumir drogas mais fortes para conseguir a mesma euforia. Quando os efeitos começam a desaparecer, a pessoa pode procurar drogas mais potentes para se libertar das condições indesejadas que a levaram a consumir a droga em primeiro lugar.
 
A própria Ritalina não conduz a pessoa a outras drogas: as pessoas consomem drogas para se livrarem de situações ou sentimentos indesejados. A droga mascara o problema durante algum tempo (enquanto o consumidor está eufórico). Quando a “viagem” se desvanece, o problema, a condição indesejada, a situação retorna mais intensamente do que antes. O consumidor pode então voltar–se para drogas mais fortes visto que a Ritalina já não “funciona” mais.
 
Um estudo com 500 estudantes durante um período de anos descobriu que aqueles que consumiam Ritalina teriam uma maior probabilidade de consumir cocaína e outros estimulantes mais tarde na sua vida.
 
De acordo com um estudo de 2005, os adolescentes que consomem drogas prescritas eram 12 vezes mais propensos a consumirem heroína, 15 vezes mais propensos a consumirem Ecstasy e 20 vezes mais prováveis a consumir cocaína, comparando com adolescentes que não consomem tais drogas.
 
Justificações comuns (Não caia na armadilha):
Há muitas justificações para consumir esta droga poderosa. Reconheça–as pelo que são: Falsas! 
    • Todas as pessoas a usam.
    • É só para estudar.
    • O meu irmão consome para tratar um distúrbio de aprendizagem, não pode ser tão má.
    • Não causam dependência.
    • Pode controlá–la. Não tem que tomá–la outra vez se não quiser.
Não permita que outros, ao fingirem ser seus amigos, o persuadam para a armadilha.
 
MORTE CAUSADA POR RITALINA
 
Altas doses de Ritalina levam a sintomas similares ao consumo de outros estimulantes, incluindo tremores e convulsões musculares, paranoia, e uma sensação de insetos ou vermes rastejando sob a pele.
 
Há a história do jovem de 17 anos que após inalar comprimidos esmagados de Ritalina e ter ficado desperto durante dias, ficou psicótico, matou os seus pais e feriu severamente os seus irmãos e irmã com uma machadinha. E depois havia o rapaz de 14 anos que consumia Ritalina desde os seus 7, que espancou outro rapaz até à morte com um taco de basebol.
 
A Ritalina pode causar agressão, psicose e batimento cardíaco irregular que pode levar à morte.
 
É CRIME ABUSÁ–LA
 
Nos Estados Unidos, a Ritalina está sujeita a rígidos controles e penas criminais graves pelo consumo. As penalidades de primeira ofensa por tráfico (da qual seria culpado mesmo que só tivesse partilhado um ou dois comprimidos com um amigo) inclui até 20 anos na prisão e uma multa que pode ir até 1 milhão de dólares.
 
Se a morte ou um dano sério resultar desta primeira ofensa, a pena seria de 20 anos à prisão perpétua. Se a droga é injetada, seria uma ofensa classificada como classe A, com penalidades ainda mais pesadas.
“Percebo que o meu interesse e a resultante dependência em ‘speed’ começaram quando me prescreveram Ritalina. No início era em todos os fins de semana e daí passou para todos os dias.
“Comecei a ter alucinações de aves a voarem em cima de mim, sensações de pessoas no mesmo quarto quando eu estava só, e o começo da paranoia. Usei toda a prescrição de Dexedrina [do meu amigo] numa semana. Então voltei para a minha Ritalina e daí continuei.
“Não me lembro muito do meu 12.º ano, mas lembro–me da depressão esmagadora e de uma incapacidade de entender qual era a verdadeira razão de estar a ir tão mal na escola. Mal me formei e não fiz absolutamente nenhum plano para a faculdade.
“Matriculei–me no último minuto na faculdade local. Estive limpo por uns dias antes da necessidade por ‘speed’ superar tudo. Frequentei as aulas por uma semana, e falhei miseravelmente.”— Sam
 
FONTES:
 
 
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